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Você não é folha verde o tempo todo

6m · NAYAN · 11 Feb 17:02

Muitas vezes queremos que nossa vida seja “folha verde” o tempo todo. Queremos que tudo ao nosso redor esteja com potência o tempo todo. Que tudo funcione e fique da melhor forma possível, o tempo todo. O tempo todo não existe.

O que aparentemente não tem utilidade, tem utilidade sim . Tudo serve para alguma coisa que serve para outra coisa e assim por diante.

Venha aprender com a natureza como melhorar sua vida.

@davibragagnolo


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The episode Você não é folha verde o tempo todo from the podcast NAYAN has a duration of 6:00. It was first published 11 Feb 17:02. The cover art and the content belong to their respective owners.

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Você não é folha verde o tempo todo

Muitas vezes queremos que nossa vida seja “folha verde” o tempo todo. Queremos que tudo ao nosso redor esteja com potência o tempo todo. Que tudo funcione e fique da melhor forma possível, o tempo todo. O tempo todo não existe.

O que aparentemente não tem utilidade, tem utilidade sim . Tudo serve para alguma coisa que serve para outra coisa e assim por diante.

Venha aprender com a natureza como melhorar sua vida.

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Liderança feminina. Uma história sobre babuínos e machismo. @cultivepessoas

O babuíno tem apenas 1,5% de diferença genética do ser humano. No sentido de comportamento, somos muito parecidos. Foi por esse motivo que o neurobiologista Robert Sapolsky (autor de Comporte-se, "Memórias de um primata" e outros) dedicou mais de duas décadas estudando como a violência e o estresse se apresentam nos bandos. 

A liderança machista pode causar danos? Sim, além de muitos conflitos e redução da longevidade do grupo. Essa foi uma das conclusões de Sapolsky, que descobriu uma profunda relação entre conflitos, violência e liderança machista.  

Os babuínos que viviam sob pressão constante dos machos dominantes apresentavam um sistema imunológico mais fraco, ficavam doentes com facilidade e morriam mais cedo. Através de exames de sangue, Sapolsky descobriu que quanto mais baixo era o nível do membro na hierarquia social do grupo, maior era o nível de estresse e parasitas no organismo. 

Os machos dominantes quando ficavam frustrados cometiam o estupro nas fêmeas mais fracas do bando e também violência com os mais babuínos mais debilitados.

Mas, uma coisa surpreendente aconteceu!  Depois de vários anos sem poder entrar no Quênia, devido uma ditadura, quando o neurocientista voltou ele foi surpreendido. Metade dos machos do grupo haviam morrido.

Ao pesquisar as causas ele descobriu que era tuberculose, contraída por ingestão de comida contaminada das redondezas (os machos alfas tinham mais fácil acesso a comida, as fêmeas e filhotes sobrevieram com o que sobrava).

Essa ainda não é a parte surpreendente. Com a morte dos machos dominantes, as fêmeas começaram a liderar o bando e uma verdadeira transformação aconteceu.  As brigas pararam, a violência sexual foi extinta e os níveis de estresse diminuíram. Novos valores coletivos foram inseridos. Os mais necessitados andavam mais próximos da liderança feminina, comiam melhor e se recuperavam com mais rapidez.

O principal resultado? O grupo viveu mais saudável e por mais tempo.

Devemos então matar nossos chefes machos alfa? 

Não necessariamente, mas devemos eliminar sim a opressão, o machismo, o abuso de poder se quisermos uma equipe saudável, mais produtiva para viver mais e melhor.  Segundo Sapolsky, o fato demonstra que uma sociedade com suporte social afetivo é mais efetiva para o bem estar.

O autor ainda complementa:  “Fiz uma descoberta bastante instrutiva: se você for um macaco e receber muito carinho, sua pressão sanguínea vai baixar; mas se você fizer carinho em outro macaco, ela vai baixar ainda mais”. Essa troca de afetividade social nos faz viver mais e melhor.

E para você, qual o aprendizado dessa história? 

#liderancafeminina #machismo #autoconhecimento #babuinos #comportamentohumano #gestaodepesoas

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Liderança feminina, babuínos e machismo.

Uma descoberta interessante sobre a relação entre liderança feminina, babuínos e machismo nos mostra que relações sociais afetivas afetam nosso tempo de vida e nossa saúde. @davibragagnolo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/davibragagnolo/message

O RECONHER e a Humanização

A humanização não é um comportamento, é uma questão de sobrevivência da espécie humana. Em um sentido figurado ele possui vários olhos. Vou falar sobre 3 deles nos próximos post.  O primeiro olho da humanização está para olhar o RECONHECER. Não o reconhecer no sentido de merecimento, e sim para conhecer novamente o conhecido. O medo do desconhecido nos faz aceitar qualquer coisa como verdade. Nos relacionamos uns com os outros como se já nos conhecêssemos, mas isso é uma ideia muito superficial. Perceba, a pessoa que começou a ler esse texto não existe mais. Sua melhor amiga não existe mais. Você conhece algumas facetas dela. O inteligente seria pensar: Conheço partes da minha amiga. Mas isso é desconfortável para o cérebro, exige um esforço maior do que apenas dizer: Eu conheço ela. Entretanto, dentro das nossas relações, quando você carrega esse pensar de já conhecer sua amiga, o que você tem a aprender com ela? Olhe para as pessoas como se fosse a primeira vez, olhe para as coisas como se não as conhecesse e tudo, todos e todas, poderão te ensinar algo, logo, a vida passa a ser uma escola natural. . #humanizacao​ #gestaodepessoas​ #humanizacaodemarcas​ #humanizacaodeempresas​ #autoconhecimento​ #liderancahumanizada​ #rhhumanizado

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